Blog Psicologia Analítica

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4 de maio de 2017 - 13:05
No mundo das redes sociais é comum ver pessoas que acreditam ser tão belas, felizes e bem-sucedidas que automaticamente atraem para si a energia negativa dos invejosos. Frases como “aceita que dói menos”, presentes na cultura da ostentação contra os “recalcados” são exemplos da fixação na figura do invejoso. Uma pessoa assim geralmente está inconsciente do fato de que a inveja, na verdade, vem de dentro: a personalidade exuberante daquele que busca estar sempre sob os holofotes esconde por trás de si alguém cuja auto-estima é muito baixa, e assim procura compensar o sentimento de inferioridade através da batalha pela aprovação geral. Alguém dentro de nós sente-se rejeitado, solitário e deseja muito ter a aceitação que o outro tem: é este “invejoso” interior que, negado pelo sujeito, é sempre projetado no outro, como se estivesse eternamente à espreita. Segundo Jung, a psique é feita de opostos: por exemplo, para todo tímido há um desinibido...

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10 de novembro de 2016 - 09:13
Quando Jung rompeu com Freud, ele estava negando a etiologia sexual das neuroses, como alguns críticos não tão bem informados falam? Jung se preocupou somente com o desenvolvimento do adulto desconsiderando o desenvolvimento da criança? Qual a real divergência na concepção junguiana de desenvolvimento da sexualidade em relação a concepção freudiana? Essas perguntas ainda são atuais devido aos maus entendidos ou boca a boca que imperam infelizmente também nas ciências humanas, local onde o senso crítico deveria substituir o senso comum, porém muitas vezes não é isso o que acorre. No livro de Jung, O Desenvolvimento da Personalidade, há alguns artigos e ensaios em que são apresentadas as principais considerações sobre a infância, educação de crianças e influência da personalidade dos pais no desenvolvimento dos filhos, onde o que se leva em conta é principalmente a qualidade do relacionamento psíquico entre os pais como fator importante no desenvolvimento...

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- 09:01
De acordo com Edinger (2004), Jung percebeu que a Psicologia Analítica coincidia com a alquimia, pois todo o procedimento alquímico representa o processo de individuação. O que posso dizer sinteticamente é que este último aspecto se refere ao “indivíduo em ação” em busca do Si-mesmo verdadeiro, ou também chamado de Self. Na linguagem da alquimia pode ser chamado também de Pedra Filosofal. Contudo, para acessar esse “tesouro”, que é o Self ou Pedra Filosofal, é necessário que se descubra o material adequado que na alquimia é chamado de prima matéria. Esta deve ser submetida a uma série de operações, mas apenas 7 (sete), dentre outras existentes, ganham destaque no livro citado. São elas: calcinatio, solutio, coagulatio, sublimatio, mortificatio, separatio, coniunctio. Segundo Edinger (2004), praticamente todo o conjunto de imagens alquímicas podem ser organizadas em torno dessas operações. O autor esclarece uma questão que eu interrogava que...

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- 08:52
Eu, alquimista de mim mesmo. Sou um homem que se devora? Não, é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos meus modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus. (LISPECTOR, Clarisse) É com o belíssimo pensamento de Clarisse Lispector que inicio este texto. Pela intensidade de suas palavras já podemos perceber que falar de alquimia é se debruçar em uma análise sobre o constante processo de mutações e transformações necessárias para o crescimento psíquico. A alquimia era conhecida por ser a arte do fogo, uma vez que o alquimista era notório por sua habilidade ao lidar com o fogo. Segundo Eliade (1977), assim como o ferreiro e o oleiro, o alquimista era tido como o “senhor do fogo”. Von Franz (1993), afirma que Jung introduz a alquimia na psicologia através de seu livro Psicologia e Alquimia. O...

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- 08:49
Esse texto traz uma síntese do pensamento de Jung sobre a Religião, bem como minhas breves impressões a respeito. Para tanto utilizei a leitura dos livros: “Psicologia e Religião” do próprio Jung, “C.G. Jung: Espiritualidade e Transcendência” de Brigitte Dorst e “Individuação: Adão Alienado, Cristo Reconciliado” de Ana Elizabeth C.B. Rabelo, para compor e fundamentar tal escrita. Jung (1987), trata o fenômeno religioso com uma perspectiva empírica, ressaltando que observa os fenômenos e se abstém de qualquer abordagem metafísica ou filosófica. Portanto, trata-se de uma Psicologia empírica. Para ele a psique possui uma função religiosa e isto quer dizer que possuímos uma capacidade inata de produzir símbolos significativos e tocantes, sendo naturalmente dotado de um senso do sagrado. O termo Religião (religere) é entendido por ele como uma acurada e conscienciosa observação do numinoso. Este último (numinoso) é relativo a divindade, independe...

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- 08:45
“A religião constitui, sem dúvida alguma, uma das expressões mais antigas e universais da alma humana.” (Jung, 2012, p.17). INTRODUÇÃO Atualmente vivemos uma grande incerteza no tocante aos assuntos religiosos e com isso, observa-se que o homem moderno sente, cada vez mais, falta de apoio nas confissões religiosas tradicionais. A perspectiva religiosa desenvolvida por Jung permite-nos uma compreensão mais profunda dos valores tradicionais e confere um novo sentido às formas cristalizadas e esclerosadas. A problemática religiosa ocupou um lugar central na sua obra. Quase todos os escritos de Jung, especialmente os dos últimos anos, tratam do fenômeno religioso. Na verdade, o que ele entende por religião não se vincula a determinadas confissões. Trata-se, de uma observação acurada e conscienciosa daquilo que Rudolf Otto chamou de numinosum. É importante entender que essa definição vale para todas as formas de religião, inclusive para as primitivas, e...

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4 de novembro de 2016 - 11:39
Ao estudar mitos, estamos em busca daquilo que nos vincula mais profundamente à nossa própria natureza e ao nosso lugar no cosmo. (Hollis, 1997). INTRODUÇÃO Há algum tempo, quando ainda estava na escola, ficava fascinada nas aulas de literatura e história, quando os professores narravam estórias de cidades, reis, rainhas e guerras. Lembro que, nesta época, minha mente devaneava tanto nas aulas, que mesmo depois delas, inspirada pelo assunto, conversava com meus colegas de classe sobre o tema estudado e ia produzindo todo um contexto maior para a história relatada. Lembro também que na época, meados da década de 80, passava um desenho, “O Fantástico Mundo de Bob”, logo fui apelidada de Bob. Divertia-me demais nestes devaneios. Engraçado que o tempo passou, e ainda hoje faço todo esse movimento mental. Às vezes uma estória curtinha, acaba virando um enredo enorme em minha mente. Então, comecem a imaginar o que aconteceu comigo ao estudar Psicologia...

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- 11:29
Os contos não são para serem entendidos, mas para serem sentidos, lidos com os olhos do coração e da alma. (Corumba & Ramalho, 2008, p. 15) INTRODUÇÃO “Era uma vez”... Todo mundo, com certeza, ao ouvir esse pequeno trecho já imagina que o que está por vir é o clima mágico de uma narrativa, uma história, um conto de fadas. O fato dos contos começarem com o “Era uma Vez” mostra que o tempo e o lugar nos contos são sempre evidentes. “O ‘Era uma vez’ ou algo semelhante, significa fora de tempo e de espaço – a ‘terra de ninguém’ do inconsciente coletivo”. (Franz, 2012, p.48). A leitura de um conto de fadas nos remete a um clima de fantasia, onde tudo é possível. Não importa onde estejamos, a voz da contadora de histórias nos transporta para um tempo e espaço mágicos. Marie Louise Von Franz (2012) chama a atenção para o fato de que sempre aparece algum problema no início da história do conto, obviamente, porque se assim não fosse,...

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- 11:22
O Mito A véspera do nascimento de Afrodite fora um dia violento. O firmamento, tingindo-se subitamente de um vermelho vítreo, enchera de espanto toda a Criação. Crono, munido de sua foice, enfrentara o próprio pai Urano, num embate cruel pelo poder do Universo. Com um golpe certeiro, o jovem deus arrancara fora a genitália do pai, tornando-se o novo soberano do mundo. Um urro colossal varrera os Céus, como o estrondo tremendo de um infinito trovão, quando Urano fora atingido. O fecundo Órgão do deus deposto, caindo do alto, mergulhara nas águas profundas, próximo a ilha de Chipre. Assim, Urano (Céu), depois de haver fecundado incessantemente Geia (Terra) — dando origem à estirpe dos deuses olímpicos —, fecundava agora, ainda que de maneira excêntrica e inesperada, o próprio Mar. Durante toda a noite o mar revolveu-se violentamente. A espuma do mar, unida ao sangue do deus caído, subia ao alto em grandes ondas, como se Iançasse ao vento os seus leves e...

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- 11:14
Nunca é tarde demais para responder ao chamamento da Alma e empreender uma aventura (Pearson, 1998, p.152). INTRODUÇÃO Nem demorou muito e estou aqui, mais uma vez, pegando meu barquinho e colocando no rio para voltar a navegar. O material que levarei comigo, como campanheiro de leitura, tem como tema - A metáfora da Jornada do Herói. Este foi o tema do módulo do mês de julho do curso de Psicologia Analítica. Foram dois dias de aula, 24 e 25 de julho. Dias leves e muito instigantes. Já saí da aula animada para reencontrar com meu barquinho. Neste módulo, diferente do anterior, não tive receio de iniciar minhas leituras. Fiquei rapidamente fascinada pelo tema. O objetivo deste módulo foi apresentar aos alunos a jornada do herói em seus estágios, segundo Joseph Campbell; compreender a origem e o desenvolvimento da Consciência e a jornada heroica do ego; conhecer os doze arquétipos predominantes na jornada do herói interior, segundo Carol S. Pearson, e vivenciar...

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- 11:06
https://www.youtube.com/watch?v=Hhk4N9A0oCA Quais testes unem, não somente Harry Potter ou Frodo, mas muitos dos mais interessantes heróis da literatura? E o que pessoas "normais" têm em comum com esses heróis? Matthew Whinkler nos leva no passo a passo aos eventos cruciais que criam ou quebram um herói. Texto por: Matthew Whinkler, animação por Kirill Yeretsky.

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- 11:04
Don Juan DeMarco é um filme de 1995, escrito e dirigido por Jeremy Leven e estrelado pelos vencedores do Oscar Marlon Brando e Faye Dunaway, e pelo ainda não tão famoso Johnny Depp. O filme conta a estória do psicólogo Jack Mickler (Brando) que, às vésperas da sua aposentadoria, é designado para salvar o jovem suicida John Arnold De Marco (Depp), que acredita ser D. Juan, o maior amante do mundo. Ao se identificar com os delírios do jovem, o psicólogo convence-o a desistir do suicídio e, a medida em que o submete a tratamento, um processo de transformação se estabelece na vida de Mickler. O homem obeso e desiludido com a vida torna-se um sedutor e reacende o romance de seu problemático casamento. Vemos então uma representação da dinâmica das expressões da vivência do homem no tempo. A conexão entre os arquétipos (1) do Velho e do Novo, o Pai e o Filho, o Passado e o Futuro, o Senex e o Puer, se apresenta em vários mitos ao longo da história da humanidade,...

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- 10:59
Segundo Walter Schurian, psicólogo e estudioso da percepção estética, encontramos a presença fantástica em quase todas as épocas e disciplinas artísticas. Mas, foi somente no século XX, com o surrealismo, o cubismo, o dadaísmo, etc., que esta forma de arte teve especial atenção e passou a ser uma importante corrente. Ao longo deste século, a fantasia tem passado, nas artes plásticas, do externo ao interno. A visão fantástica do externo, do mundo, da natureza, do universo, tem cedido lugar a uma contemplação introspectiva da pessoa, do indivíduo, do próprio corpo. Ao eu, em seu território inconsciente dos sonhos, sentimentos e desejos. Com isto, se abre uma nova percepção de si e da alteridade. Cientificamente, o homem não pode interpretar-se por meio de si mesmo, a não ser através da arte. A fantasia dota de sentido a alma humana e ela pode ser entendida como complemento das tendências racionais, construtivistas e analíticas da arte realista, abstrata...

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- 10:42
"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso. " (Antoine de Saint-Exupéry) Este texto trata de uma breve reflexão entre a Psicologia Analítica e o filme O Pequeno Príncipe, baseado no livro de mesmo nome, do autor francês Antoine de Saint-Exupéry. O filme apresenta rico simbolismo e apesar de possuir elementos da psicologia de seu autor (a história do personagem é a própria vida do autor), ela ultrapassa a dimensão pessoal, sendo capaz de tocar e espelhar a alma humana em todo seu mistério e delicadeza de detalhes. O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por aquarelas pelo próprio autor um ano antes...

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- 10:10
“Existem somente quatro perguntas importantes na vida: O que é sagrado? De que é feito o espírito? Por que vale a pena viver? Por que vale a pena morrer? E a resposta a todas elas é a mesma: somente Amor” Sinopse do filme: Um jovem, de 21 anos, acreditando ser Don Juan, vai para Nova York se encontrar com seu amor perdido. Desiludido desse encontro, ameaça se matar. Nesse momento, é chamado o psiquiatra Jack, um senhor, que está prestes a se aposentar e, a partir desse encontro, mudanças e transformações em ambos acontecerão. Assistimos a um perfeito “encontro” entre cliente e terapeuta, uma relação de transferência e contra-transferência curativa, capaz de ratificar Jung que dizia “[…] o encontro terapêutico é como uma mistura de duas substâncias químicas diferentes: no caso de se dar uma reação, ambas se transformam.” (JUNG, 2004, p. 68). Análise: O filme começa com um jovem de 21 anos, vestido de Don Juan e se apresentando como tal,...

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- 10:07
Nossa proposta é rever o conhecido mito grego de Eros e Psychê à luz da teoria junguiana, seguindo uma abordagem simbólica, associando-o à teoria do desenvolvimento da personalidade, descrita por Carlos Byington (1987). Iniciando nossa breve exposição do mito pela origem etimológica dos termos, vemos em Eros o “amor personificado”, o desejo ardente dos sentidos, o prazer; e em Psychê, vemos a “alma personificada”, o princípio vital, o sopro, o ar. A história mítica é encontrada originalmente no livro de Apuleio, “O Asno de Ouro”; e tem sua origem no século II antes de Cristo, referindo-se à jornada heróica da mulher em busca do amor, para tal enfrentando muitos desafios existenciais. Como este é um mito já bastante conhecido, o resumiremos aqui para fins didáticos, destacando apenas os detalhes, dividindo um resumo do mito original em trechos e acrescentando nossos comentários. 1) Um rei tinha três filhas, mas a mais nova era tão formosa que todos...

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- 10:01
“Os sonhos são natureza pura; eles nos mostram a verdade natural, sem maquiagem, e por isto se prestam nada mais do que a dar-nos de volta uma atitude que está de acordo com a nossa natureza humana básica, quando nossa consciência se desviou demais de seus fundamentos e chegou a um impasse” (JUNG, 1999, p.78). Após as pesquisas desenvolvidas sobre sonhos por Freud, foi Carl Gustav Jung (1875-1961) quem mais contribuiu para a análise de sonhos. Tal como Freud, considerava-os como uma ponte entre o consciente e o inconsciente, um meio de interpretar o simbolismo do inconsciente. Assim, para Jung, o sonho é uma auto-representação espontânea, sob forma simbólica, da situação real do inconsciente. Enquanto área de encontro entre a dimensão consciente e inconsciente da psique, o sonho participa de ambas, unindo-as em seus símbolos. Ele enfatiza a importância de se desvendar a dimensão simbólica do ser humano através dos sonhos. Estes, emergem à mente consciente...

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- 09:56
Já dizia o grande gênio Michelângelo, que suas estátuas magníficas (La Pietá e Davi) já estavam dentro do mármore, cabendo a ele apenas a tarefa de retirá-las de lá. Assim, também temos em nós não uma essência definida, mas o potencial criativo que pode nos construir e tornar seres singulares. À medida que crescemos, aprendemos a diferenciar o Eu do não-Eu e experimentamos o nascimento do Ego e o desenvolvimento da nossa consciência. Vamos com o tempo nos separando do senso de Unicidade com tudo e com o Todo, da fase inicial, e vamos adquirindo uma maior identificação com o Ego, desempenhando nossos papéis, construindo uma Persona. Mas, permanecem forças interiores desconhecidas (Sombras), se transformando e fervilhando, principalmente quando atingimos a fase da Metanóia, ou a meia-idade. Nesta fase de transformação, acontece uma centroversão, quando o centro da Consciência deixa de ser o Ego e tende a se voltar, lentamente, para o Self, na busca da...

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- 09:51
Cisne Negro é um filme de suspense e drama psicológico dirigido por Darren Aronofsky e estrelado por Natalie Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey e Winona Ryder. O filme traz uma nova versão do balé “O Lago dos Cisnes”, que estreou no teatro de Bolshoi em 1877. No Brasil, o filme estreou em 2011 e teve cinco indicações para o Oscar, sendo Natalie Portman premiada como melhor atriz. De forma geral o filme trata da história de uma dançarina que sonha com o posto de "primeira bailarina" da companhia e, para tanto, dedica-se, exaustivamente, à busca da perfeição. Diante da possibilidade de realizar tal sonho não resiste à pressão e adoece mentalmente, psicotiza. É uma obra de grande riqueza simbólica, a qual mostra os mais variados sentimentos humanos, tendo, como fundo musical, Tchaikovsky. A primeira cena do filme mostra um sonho no qual Nina, a protagonista, dança o Cisne Branco no momento em que sobre este é lançado um feitiço. De acordo com...

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- 09:45
Cisne Negro (Black Swan, 2010) é um filme de Darren Aronofsky, diretor que já havia apresentado em obras anteriores uma forte influência da psicanálise, como em “Réquiem Para um Sonho” (2000). Classificado como um drama/suspense, Cisne Negro foi indicado ao Oscar de melhor filme, melhor direção e melhor fotografia e fez da atriz Natalie Portman a ganhadora do Oscar e do Globo de Ouro de Melhor Atriz em 2011. A trama apresenta as dores físicas e psicológicas da personagem Nina (interpretada por Natalie Portman) em sua busca para se tornar a primeira bailarina do corpo de balé de Thomas Leroy (Vicente Cassel). A companhia se prepara para interpretar uma nova versão de ¨O Lago dos Cisnes¨ e Nina anseia pela chance de dançar tanto o Cisne Branco quanto o Cisne Negro. Em “O Lago dos Cisnes”, um balé dramático do compositor russo Tchaikovsky, em cuja história a princesa Odete é transformada em um cisne branco e precisa do amor sincero de um príncipe para...

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- 09:41
https://www.youtube.com/watch?v=ullUKnxyfXI Vídeo por: Marcelo Barreto CRP (19/2328): Psicólogo e estudante do Curso de Formação de Psicologia Analítica, realizado pela PROFINT - Profissionais Integrados Ltda.